O Soul Sampa foi criado com um único objetivo: conectar você ao coração e a alma que movem São Paulo e fazem desta cidade uma das mais interessantes metrópoles do mundo. Por meio de roteiros culturais para grupos de até cinco pessoas, liderados por paulistanos que amam e conhecem os segredos escondidos pela cidade, nós escolhemos a dedo o que São Paulo tem de melhor a oferecer em música, arte de rua, artes plásticas, design, moda, gastronomia e sustentabilidade.
Como Trabalhamos
- Grupos de até cinco pessoas.
- Duração de 3 a 4 horas.
- Realizados a pé e, quando de necessário, de metrô.
- Sempre que possível, agregamos ao roteiro shows de música popular brasileira, exposições e manifestações culturais.
- Priorizamos locais interessantes e difíceis de serem identificados na imensa São Paulo.
- Equipe de Conselheiros Culturais formada por jovens talentosos de diversas áreas: jornalismo, relações internacionais, design, entre outros.
- Todos os roteiros são Carbon Free: realizamos o reflorestamento de acordo com a emissão de carbono gerada durante a experiência.
Envie um e-mail para reservas@soulsampa.com, com a data que tem interesse em participar, e nós lhe enviaremos informações detalhadas a respeito do roteiro!
De grandes e conhecidos parques centrais (Ibirapuera, Vila Lobos, Anhanguera, entre outros), a pequenas praças espalhadas pela cidade, os moradores da cidade de São Paulo podem aproveitar os dias de sol para praticar seu esporte favorito, sem custo algum.
Os corredores e jogadores de basquete lotam o parque Ibirapuera nos finais de semana. Os ciclistas e amantes da pipa não passam um dia sem ir ao parque Vila Lobos. Os skatistas fazem seus roles na pista da Imigrantes, até mesmo em uma das mais movimentadas avenidas da zona oeste da cidade, Av. Sumaré, é possível observar os ‘trotadores’ (corridinha leve) disputando espaço com os motoqueiros e motoristas sem paciência, ou melhor, com a paciência esgotadíssima.
Em contrapartida, tem aqueles que preferem fazer suas corridas nas esteiras da academia, ou mesmo em suas próprias casas - fechados a quatro paredes. Talvez para poder controlar melhor a respiração? Quem sabe...
Pois bem, os Japoneses inventaram recentemente uma modalidade intermediária, chama-se Tokyo Jogging.
Trata-se de uma nova ferramenta do videogame Wii em parceria com o Google Maps que permite aos usuários fazerem uma corrida virtual pelas ruas de Tokyo.
Corrida Virtual? Pois é, os usuários baixam um software do site que possibilita conectar o controle do Wii ao Google Maps Street View, assim eles podem correr 'dentro' do cenário que quiserem, de frente para seus computadores, sem precisar sair de casa.
Bacana não? Definitivamente NÃO.
Assista ao vídeo demonstrativo de mais esta maluquice:
Rapidinho! Tem uma empresa chamada Future Shorts que, dentre outras coisas, seleciona mensalmente 20 curta metragens de diretores do mundo inteiro para divulgá-los em seu site, em festivais de curta metragens e outras plataformas não-convencionais. A idéia é, naturalmente, dar visibilidade ao trabalho dos diretores e formar público para este formato de cinema.
Sem mais delongas, selecionei um curta incrível para que vocês apreciem na volta do almoço, antes de entrar no trabalho ou em qualquer outro momento que você não tenha o que fazer (ou que tenha o que fazer mas a preguiça seja maior).
Então lá vai o estonteante “The Black Hole”, dos diretores Phil e Olly da Inglaterra. Enjoy!
O Jornal de Zimbábue "The Zimbabwean", que se auto intitula a voz dos não ouvidos, lançou recentemente uma campanha publicitária super sagaz de crítica ao governo local.
O mantra da campanha é " Thanks to Mugabe this Money is Wallpaper" (Graças a Mugabe este dinheiro é jornal). Mugabe é o presidente recém eleito do país. Parte da população local o critica por 'destruir o país'. As críticas vão desde ter sido eleito sob uma opressão brutal à oposição, por não combater a crise de cólera, pela fome e principalmente, pelo colapso da economia local.
Em protesto, os caras resolveram imprimir todo o material da campanha em dinheiro vivo. Isso mesmo! Atacando o processo inflacionário do país, banners, pôster, faixas e murais, trazem milhares de notas de dólares locais coladas, ao longo de toda paisagem urbana.
Para se ter uma idéia da perda de valor da moeda local, recentemente foi criada a nota de 100 trilhões de dólares, um ´verdadeiro símbolo de recorde inflacionário mundial e, o mais incrível, é que com essa nota não se compra nem mesmo um saco de pães.
Nota de 100 trilhões de dólares
Não tendo valor econômico, a idéia é que através da campanha as notas tenham um poderoso valor de comunicação em massa.
Cada vez mais nos surpreendemos com a criatividade e talento trazidos pelos artistas, aos elementos comuns do cotidiano. Mostramos anteriormente a arte de rua aplicada em bueiros, caixas d água e até em telefones públicos espalhados pela cidade de São Paulo.
A campanhaGo With The Grain, da ONG Grain Foods Fundation, (criada pela agência Mullen Wenham) traz esta idéia de uma maneira inovadora e extremamente contributiva. Trata-se do projeto ‘Bread Art Project’ que visa chamar a atenção de artistas do mundo todo ao convidá-los a aplicarem seus talentos através da arte em pães.
Ao acessar o site da campanha, qualquer pessoa pode criar a sua arte personalizada em fatias de pães de forma. Para cada arte aprovada a organização doará 1 dólar para a Feeding América, uma das maiores organizações de combate a fome mundial dos Estados Unidos,que ,por sua vez, transformará cada dólar recebido no equivalente a 7 refeições de uma criança. O objetivo da organização é conseguir o equivalente a 700.000 refeições.
Dê um checada nosite(que por sinal é super informativo). Você poderá visualizar as melhores artes de pães selecionadas, além de contribuir com a sua própria. Não custa nada.
O Soul Sampa foi conferir o MCD LAB, um evento promovido pela marca MCD. Uma loucura: os caras alugaram uma mansão em plena Praça Pôr do Sol e a utilizaram como suporte para que artistas de diversas vertentes mostrassem sua arte. Cada cômodo da casa tinha algo de especial: graffiti e stencil nas paredes; quadros inspirados em HQ; mesa de sinuca; vitrola com discos de vinil antigos e recém-lançados; show de bandas do cenário independente paulistano. Enfim, uma miscelânea de manifestações culturais pra deixar malandro boquiaberto.
A curadoria musical do evento ficou a cargo de Maurício Takara, o onipresente baterista que acompanha Marcelo Camelo na turnê do disco “Sou”, toca na banda Hurtmold e lançou recentemente seu álbum solo intitulado “Ocupado com gado com nada para fazer”. Dá uma olhada na piração do clipe da música “Parado no Farol” deste novo álbum.
A curadoria de arte ficou a cargo de Stephan Doitschinoff, um cara que descobri há pouquíssimo tempo através do ótimo filme que você pode conferir aí embaixo. Resumidamente, o cara se mudou pra uma cidade no interior da Bahia e pintou a cidade toda!
Além de tudo isto, numa sala da mansão algumas pessoas eram tatuadas ao vivo. Nós acompanhamos uma session de tattoo com um cara gente boa, o Marcco Luz, que entre uma careta e outra (parece que a região do cotovelo realmente dói) ficou batendo papo conosco. Confira abaixo o vídeo da session de tatoo e algumas fotos:
Vídeo do show do Mamelo Sound System, que apesar de curto foi ótimo:
No ultimo sábado (14.03), ocorreu em São Paulo a segunda edição do projeto World Naked Bike Ride, que consiste numa icicletada em que os ciclistas tiram completamente a roupa com o intuito de chamar a atenção e serem notados no trânsito. Infelizmente, na edição 2009 do evento, os participantes mais saidinhos tiveram que tirar seus “cavalinhos da chuva” (sem trocadilhos aqui) por conta do forte monitoramento policial. Não foi por falta de culhão (aqui vale o trocadilho) de alguns ciclistas, mas os Cops estavam repreendendo até mesmo a exibição de singelos regos! Pode uma coisa dessas no país do carnaval?
No fim das contas, o que o que era para ser um verdadeiro desfile de bundas – em suas mais variadas formas, cores e tamanhos - em prol do meio-ambiente e da melhoria das condições de transporte dos ciclistas nas grandes cidades, não passou de uma exposição (horrorosa, diga-se de passagem) de cuecas furadas e calcinhas “cor de pele”.
Esperamos que em 2010 os bike-peladões tenham mais sorte e possam reivindicar com mais folga (...) o que definitivamente lhes é de direito!